Perguntas Frequentes

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre as soluções Épsilon

Reunimos as principais dúvidas sobre estações de monitoramento, sensores, conectividade, Plataforma IoT, instalação, calibração e aquisição dos equipamentos.

Equipamentos

Estações de monitoramento

Quantos sensores cada estação possui?

A configuração padrão da estação Épsilon utiliza até quatro sensores independentes, que podem ser distribuídos em diferentes profundidades ou pontos de monitoramento.

Quais variáveis a estação monitora?

A estação permite acompanhar umidade do solo, temperatura do solo, condutividade elétrica e salinidade.

A estação precisa estar conectada à internet para funcionar?

Não. A estação pode operar como datalogger local, armazenando os dados em cartão de memória. A conectividade é necessária apenas quando o projeto exige transmissão remota dos dados.

A estação funciona com energia solar?

Sim. A estação utiliza painel solar e bateria recarregável para operação autônoma em campo.

É possível usar várias estações no mesmo projeto?

Sim. A arquitetura Épsilon pode ser utilizada desde projetos com uma única estação até redes com dezenas de pontos de monitoramento.

Medição

Sensores e calibração

Os sensores podem ser instalados em diferentes profundidades?

Sim. Como os sensores são independentes, eles podem ser instalados em diferentes profundidades para acompanhar o perfil do solo ou em diferentes pontos próximos, conforme o objetivo do projeto.

Qual é o comprimento do cabo dos sensores?

A configuração padrão utiliza cabo de 3 metros por sensor. Configurações específicas podem ser avaliadas conforme a necessidade do projeto.

Os sensores são calibrados?

As estações são fornecidas com calibração de fábrica. Quando necessário, a Épsilon também pode avaliar calibrações específicas para determinados solos, materiais ou aplicações.

É possível personalizar a configuração de sensores?

Dependendo do projeto, sim. A Épsilon pode avaliar configurações específicas para aplicações científicas, ambientais ou agrícolas.

Comunicação

Datalogger, LoRa e 4G

Qual é a diferença entre Datalogger, LoRa e 4G?

Datalogger: os dados ficam armazenados localmente na estação.

LoRa: a estação envia os dados por rádio para um Gateway Épsilon.

4G: a estação possui comunicação celular própria e envia os dados diretamente para a infraestrutura IoT.

Quando vale a pena usar LoRa?

LoRa é especialmente interessante quando existem várias estações em uma mesma região e há um local adequado para instalar um Gateway com acesso à internet.

Quando vale a pena usar 4G?

A versão 4G é indicada quando se deseja que cada estação se conecte diretamente à nuvem, sem depender de um Gateway local, desde que exista cobertura de rede celular no local.

Se a internet falhar, os dados são perdidos?

A estação possui armazenamento local, que pode atuar como redundância para os dados coletados.

Acesso remoto

Plataforma IoT Épsilon

A Plataforma IoT é obrigatória?

Não. Projetos podem utilizar apenas o datalogger local. A Plataforma IoT é indicada quando há necessidade de acompanhamento remoto, histórico centralizado, alertas e gestão de múltiplas estações.

O que posso visualizar na plataforma?

A plataforma permite visualizar estações e áreas, consultar as variáveis monitoradas, acompanhar históricos, receber alertas e exportar dados.

A plataforma pode ser acessada pelo celular?

Sim. O sistema foi desenvolvido para acesso por aplicativo móvel e plataforma web.

Existe assinatura para utilizar a Plataforma IoT?

Sim. As soluções conectadas podem incluir assinatura para sustentar infraestrutura em nuvem, armazenamento de dados, manutenção do software, suporte e, conforme a modalidade contratada, conectividade móvel.

Operação em campo

Instalação e utilização

A Épsilon realiza a instalação em campo?

A forma de implantação pode variar conforme o projeto. A Épsilon fornece orientação técnica e treinamento, e serviços adicionais de implantação podem ser avaliados quando necessários.

É necessário conhecimento técnico para utilizar a estação?

O sistema foi desenvolvido para simplificar a operação, e a Épsilon fornece treinamento remoto e suporte para configuração e utilização dos equipamentos.

As estações podem ser usadas em pesquisa científica?

Sim. As estações são utilizadas em universidades, centros de pesquisa e projetos de campo, inclusive em aplicações que exigem séries temporais e múltiplos pontos de monitoramento.

As estações podem ser usadas em áreas degradadas e mineração?

Sim. A tecnologia Épsilon já é utilizada em projetos associados a mineração e recuperação de áreas degradadas.

Aquisição e atendimento

Compras, projetos e suporte

A Épsilon vende para universidades e instituições públicas?

Sim. A Épsilon atende universidades, centros de pesquisa, empresas e instituições públicas, com emissão de proposta técnico-comercial e documentação para processos de aquisição.

É possível solicitar proposta para várias estações?

Sim. Projetos com múltiplas unidades podem receber configuração e proposta específicas de acordo com quantidade, conectividade e requisitos técnicos.

Os produtos podem ser customizados?

Algumas customizações podem ser avaliadas, especialmente em projetos científicos, ambientais e redes com maior número de estações.

Como solicito um orçamento?

Você pode utilizar a página de orçamento da loja ou entrar em contato diretamente pelo e-mail epsilon@epsilon.ind.br.

Como funciona o suporte técnico?

O suporte é realizado diretamente pela equipe da Épsilon no Brasil. O atendimento pode incluir orientação de configuração, operação, plataforma e diagnóstico remoto.

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Tecnologia brasileira para monitoramento do solo, pesquisa, meio ambiente e agricultura. A Épsilon desenvolve sensores, estações IoT, automação e software para transformar dados de campo em decisões mais precisas.

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